Sobre o tratamento

Embora os analgésicos e anestésicos hoje disponíveis sejam derivados de algumas dessas substâncias e já se conheçam estratégias preventivas e tratamentos eficazes para dor de dente, o fato é que ela ainda incomoda muita gente. 

Cerca de 25% das pessoas, incluindo crianças e adultos, têm dor de dente. 

As causas são variadas, indo dos traumas até à sensibilidade causada pela alteração de mineralização dentária. 

Mas são as cáries e descuido com a boa higiene bucal os fatores mais apontados para problemas nos dentes. 

Saiba mais sobre a dor de dente e o que fazer para evitá-la! 

 Dados do último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, em 2010, sobre as condições da saúde bucal dos brasileiros revelam que, nos seis meses anteriores à pesquisa, 24,6% das crianças com até 12 anos tinham tido dor de dente; dos jovens na faixa entre 15 e 20 anos, 24,7%. Entre os adultos, 27,5% tiveram a queixa, enquanto os idosos representaram 10,8% –a explicação para o menor percentual nesse grupo é a perda dentária. Como reconhecer a dor Ela pode começar leve, se manifestar aos poucos e se tornar aguda. Quando persiste no tempo, a dor é crônica e, nesse caso, geralmente está relacionada ao contato anormal das arcadas superior e inferior dos dentes (má oclusão).  

O que é dor de dente? 

Dor de dente é um incômodo produzido pela excitação de terminações nervosas na região dentária. Pode ser o sinal de alguma condição bucal séria, assim como pode ser resultado de lesões e acidentes. 

Suas causas vão desde hipersensibilidade até problemas sérios como a gengivite ou periodontite. 

Por isso, se você sente dores nos dentes, uma boa ideia é procurar um dentista e averiguar a causa da situação! 

Anatomia do dente 

Para compreender um pouco melhor sobre a dor no dente, é importante entender quais são as partes que formam os dentes. 

Todas essas partes trabalham em conjunto para manter a saúde bucal em alta, ajudando a preservar a capacidade de mastigar os alimentos. 

Entenda quais são: 

Raiz 

Trata-se da maior parte do dente, chegando a ⅔ (dois terços) do seu tamanho! É a parte que está inserida dentro dos ossos maxilares e da mandíbula, conferindo estabilidade ao dente. 

Esmalte 

O esmalte do dente é a parte mais externa e dura. Quando você vê um sorriso, você está olhando diretamente para o esmalte de todos aqueles dentes! 

É a parte mais mineralizada e dura do corpo humano — mais até que os ossos! —, mas pode sofrer lesões como a corrosão por ácidos liberados por bactérias (cáries). 

Dentina 

Eis a parte “intermediária” do dente: fica entre o esmalte e a polpa. Ainda é altamente mineralizada e dura, porém menos que o esmalte. 

Essa camada possui a função de absorver os impactos externos causados pelos alimentos, prevenindo desgastes. 

Contudo, ela pode ser bem sensível, visto que é diretamente ligada à polpa, onde fica a parte nervosa do dente. 

Polpa 

Bem no meio do dente, existe uma estrutura chamada polpa, que é o que mantém o dente vivo. 

Ela é cheia de vasos sanguíneos, que mantém os tecidos dentais bem nutridos e vivos, e terminações nervosas, que avisam quando tem algo de errado com os dentes (ou seja, provocam dor). 

Tipos de dor no dente 

Por mais incrível que pareça, é possível que haja mais de um tipo de dor no dente. Isso porque as causas da dor são tão diversas que afetam os nervos de maneiras distintas. Entenda: 

  • Sensibilidade momentânea a comidas quentes ou geladas 
  • Esse é um dos tipos mais comuns de dor dental e não costuma durar muito tempo. Geralmente, é apenas incômodo e não provoca problemas mais graves. 
  • Está associada a uma corrosão leve do esmalte dental ou a uma pequena rescisão da gengiva, que acaba expondo a raiz nervosa do dente. 
  • Sensibilidade a comidas quentes ou geladas após tratamento dental 
  • Os tratamentos dentais têm um lado ruim: muitas vezes, acabam causando a temida sensibilidade às temperaturas extremas. Isso ocorre por causa do inchaço da polpa dentro do dente. 
  • O lado bom é que esse sintoma é temporário e deve passar em algumas semanas. 
  • Dor aguda ao morder 

Esse tipo de dor não é tão comum quanto a sensibilidade e geralmente indica um problema estrutural no dente. É causada por corrosões leves no esmalte, dentes um pouco “soltos” ou até mesmo uma rachadura no dente. 

A polpa, se danificada, também pode estar envolvida na sensação dolorosa. 

Dor duradoura (mais de 30 segundos) após comer alimentos quentes ou gelados 

Enquanto a sensibilidade às temperaturas extremas é comum em alguns casos, ela não costuma durar muito tempo. 

Quando dura mais do que 30 segundos, pode ser um sinal de que a polpa foi danificada de maneira irreversível por alguma corrosão ou trauma físico. Nesse caso, pode ser necessário um tratamento de canal. 

Dor e pressão constante, gengiva inchada e sensibilidade ao toque 

Esse tipo de dor é, na verdade, um conjunto de sintomas que indicam uma infecção. Às vezes, pode ser até mesmo um abscesso. Isso pode acontecer em decorrência de uma gengivite não tratada ou uma periodontite. 

Dor maçante e pressão na arcada dentária superior 

Normalmente, esse tipo de dor vem acompanhada também de dor de cabeça, e é resultado de um ranger dos dentes involuntário, condição chamada de bruxismo. 

Causas 

Como mencionado anteriormente, as causas da dor de dente podem ser diversas. As mais comuns são: 

Cáries 

A cárie é uma condição na qual orifícios são formados na superfície dos dentes. 

Isso acontece porque bactérias que vivem naturalmente na boca liberam ácidos orgânicos que corroem os tecidos dentários, provocando lesões no esmalte. 

Uma das principais bactérias responsáveis pela cárie é a Streptococcusmutans, que pode ser facilmente combatida com uma higiene bucal adequada. 

O problema é que muita gente não escova os dentes e nem usa o fio dental na frequência necessária para evitar esse tipo de problema. Com o tempo, as bactérias vão se acumulando e formam uma “placa” bacteriana que só pode ser removida no dentista. 

A medida em que essas bactérias vão liberando ácidos, a corrosão dos tecidos dentais aumenta e, no fim, acaba gerando buracos facilmente visíveis no esmalte dentário. 

Esses buracos vão cada vez mais fundos e podem ultrapassar a dentina, chegando até a polpa dentária, fazendo com que a estimulação dos nervos seja frequente. 

Geralmente, quem tem cárie costuma sentir muitas dores nos dentes ao comer, principalmente ao ingerir alimentos doces. 

Vale lembrar que existem 3 tipos de cárie: coronária, radicular e recorrente. A diferença entre elas está no local em que aparecem e persistência.  

Coronária: Aparece na superfície de mastigação dos dentes, numa região chamada “coroa”; 

Radicular: É o tipo de cárie que aparece na raiz dos dentes, geralmente nos casos em que há retração gengival e a bactéria tem mais facilidade a acessar essa área, pois não esmalte para proteção; 

Recorrente: Cáries persistentes, que reaparecem mesmo após restaurações da coroa, são chamadas de recorrentes. Costumam aparecer nas regiões que tendem a acumular placa, como a coroa (ou superfície de mastigação). 

Desgaste do esmalte 

O desgaste do esmalte é uma das principais razões da dor de dente, visto que a proteção principal do dente contra os agentes externos fica prejudicada. 

Em geral, o desgaste leva a dores do tipo sensibilidade, mas ele pode causar outros tipos de dores também. 

Contudo, esse desgaste não acontece do nada. Algumas razões para isso são: 

Alimentação inadequada 

Uma série de alimentos possuem propriedades abrasivas que desgastam o esmalte dos dentes. Um belo exemplo são os refrigerantes, amplamente consumidos pelas pessoas. 

Além de já auxiliarem o desgaste por si só, essas bebidas também contém muitos açúcares, o que ajuda na proliferação das bactérias que causam a cárie. 

Escovação inadequada 

Apesar da escovação ser uma das melhores maneiras de prevenir problemas bucais, o hábito pode se tornar inadequado quando feito com excesso ou com os cremes dentais errados. 

Escovar os dentes muitas vezes ao dia ou com muita força pode prejudicar as gengivas e o esmalte. Além disso, o uso de cremes dentais abrasivos, como cremes clareadores, só pioram o problema. 

 

Embora os analgésicos e anestésicos hoje disponíveis sejam derivados de algumas dessas substâncias e já se conheçam estratégias preventivas e tratamentos eficazes para dor de dente, o fato é que ela ainda incomoda muita gente. 

Cerca de 25% das pessoas, incluindo crianças e adultos, têm dor de dente. 

As causas são variadas, indo dos traumas até à sensibilidade causada pela alteração de mineralização dentária. 

Mas são as cáries e descuido com a boa higiene bucal os fatores mais apontados para problemas nos dentes. 

Saiba mais sobre a dor de dente e o que fazer para evitá-la! 

 Dados do último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, em 2010, sobre as condições da saúde bucal dos brasileiros revelam que, nos seis meses anteriores à pesquisa, 24,6% das crianças com até 12 anos tinham tido dor de dente; dos jovens na faixa entre 15 e 20 anos, 24,7%. Entre os adultos, 27,5% tiveram a queixa, enquanto os idosos representaram 10,8% –a explicação para o menor percentual nesse grupo é a perda dentária. Como reconhecer a dor Ela pode começar leve, se manifestar aos poucos e se tornar aguda. Quando persiste no tempo, a dor é crônica e, nesse caso, geralmente está relacionada ao contato anormal das arcadas superior e inferior dos dentes (má oclusão).  

O que é dor de dente? 

Dor de dente é um incômodo produzido pela excitação de terminações nervosas na região dentária. Pode ser o sinal de alguma condição bucal séria, assim como pode ser resultado de lesões e acidentes. 

Suas causas vão desde hipersensibilidade até problemas sérios como a gengivite ou periodontite. 

Por isso, se você sente dores nos dentes, uma boa ideia é procurar um dentista e averiguar a causa da situação! 

Anatomia do dente 

Para compreender um pouco melhor sobre a dor no dente, é importante entender quais são as partes que formam os dentes. 

Todas essas partes trabalham em conjunto para manter a saúde bucal em alta, ajudando a preservar a capacidade de mastigar os alimentos. 

Entenda quais são: 

Raiz 

Trata-se da maior parte do dente, chegando a ⅔ (dois terços) do seu tamanho! É a parte que está inserida dentro dos ossos maxilares e da mandíbula, conferindo estabilidade ao dente. 

Esmalte 

O esmalte do dente é a parte mais externa e dura. Quando você vê um sorriso, você está olhando diretamente para o esmalte de todos aqueles dentes! 

É a parte mais mineralizada e dura do corpo humano — mais até que os ossos! —, mas pode sofrer lesões como a corrosão por ácidos liberados por bactérias (cáries). 

Dentina 

Eis a parte “intermediária” do dente: fica entre o esmalte e a polpa. Ainda é altamente mineralizada e dura, porém menos que o esmalte. 

Essa camada possui a função de absorver os impactos externos causados pelos alimentos, prevenindo desgastes. 

Contudo, ela pode ser bem sensível, visto que é diretamente ligada à polpa, onde fica a parte nervosa do dente. 

Polpa 

Bem no meio do dente, existe uma estrutura chamada polpa, que é o que mantém o dente vivo. 

Ela é cheia de vasos sanguíneos, que mantém os tecidos dentais bem nutridos e vivos, e terminações nervosas, que avisam quando tem algo de errado com os dentes (ou seja, provocam dor). 

Tipos de dor no dente 

Por mais incrível que pareça, é possível que haja mais de um tipo de dor no dente. Isso porque as causas da dor são tão diversas que afetam os nervos de maneiras distintas. Entenda: 

  • Sensibilidade momentânea a comidas quentes ou geladas 
  • Esse é um dos tipos mais comuns de dor dental e não costuma durar muito tempo. Geralmente, é apenas incômodo e não provoca problemas mais graves. 
  • Está associada a uma corrosão leve do esmalte dental ou a uma pequena rescisão da gengiva, que acaba expondo a raiz nervosa do dente. 
  • Sensibilidade a comidas quentes ou geladas após tratamento dental 
  • Os tratamentos dentais têm um lado ruim: muitas vezes, acabam causando a temida sensibilidade às temperaturas extremas. Isso ocorre por causa do inchaço da polpa dentro do dente. 
  • O lado bom é que esse sintoma é temporário e deve passar em algumas semanas. 
  • Dor aguda ao morder 

Esse tipo de dor não é tão comum quanto a sensibilidade e geralmente indica um problema estrutural no dente. É causada por corrosões leves no esmalte, dentes um pouco “soltos” ou até mesmo uma rachadura no dente. 

A polpa, se danificada, também pode estar envolvida na sensação dolorosa. 

Dor duradoura (mais de 30 segundos) após comer alimentos quentes ou gelados 

Enquanto a sensibilidade às temperaturas extremas é comum em alguns casos, ela não costuma durar muito tempo. 

Quando dura mais do que 30 segundos, pode ser um sinal de que a polpa foi danificada de maneira irreversível por alguma corrosão ou trauma físico. Nesse caso, pode ser necessário um tratamento de canal. 

Dor e pressão constante, gengiva inchada e sensibilidade ao toque 

Esse tipo de dor é, na verdade, um conjunto de sintomas que indicam uma infecção. Às vezes, pode ser até mesmo um abscesso. Isso pode acontecer em decorrência de uma gengivite não tratada ou uma periodontite. 

Dor maçante e pressão na arcada dentária superior 

Normalmente, esse tipo de dor vem acompanhada também de dor de cabeça, e é resultado de um ranger dos dentes involuntário, condição chamada de bruxismo. 

Causas 

Como mencionado anteriormente, as causas da dor de dente podem ser diversas. As mais comuns são: 

Cáries 

A cárie é uma condição na qual orifícios são formados na superfície dos dentes. 

Isso acontece porque bactérias que vivem naturalmente na boca liberam ácidos orgânicos que corroem os tecidos dentários, provocando lesões no esmalte. 

Uma das principais bactérias responsáveis pela cárie é a Streptococcusmutans, que pode ser facilmente combatida com uma higiene bucal adequada. 

O problema é que muita gente não escova os dentes e nem usa o fio dental na frequência necessária para evitar esse tipo de problema. Com o tempo, as bactérias vão se acumulando e formam uma “placa” bacteriana que só pode ser removida no dentista. 

A medida em que essas bactérias vão liberando ácidos, a corrosão dos tecidos dentais aumenta e, no fim, acaba gerando buracos facilmente visíveis no esmalte dentário. 

Esses buracos vão cada vez mais fundos e podem ultrapassar a dentina, chegando até a polpa dentária, fazendo com que a estimulação dos nervos seja frequente. 

Geralmente, quem tem cárie costuma sentir muitas dores nos dentes ao comer, principalmente ao ingerir alimentos doces. 

Vale lembrar que existem 3 tipos de cárie: coronária, radicular e recorrente. A diferença entre elas está no local em que aparecem e persistência.  

Coronária: Aparece na superfície de mastigação dos dentes, numa região chamada “coroa”; 

Radicular: É o tipo de cárie que aparece na raiz dos dentes, geralmente nos casos em que há retração gengival e a bactéria tem mais facilidade a acessar essa área, pois não esmalte para proteção; 

Recorrente: Cáries persistentes, que reaparecem mesmo após restaurações da coroa, são chamadas de recorrentes. Costumam aparecer nas regiões que tendem a acumular placa, como a coroa (ou superfície de mastigação). 

Desgaste do esmalte 

O desgaste do esmalte é uma das principais razões da dor de dente, visto que a proteção principal do dente contra os agentes externos fica prejudicada. 

Em geral, o desgaste leva a dores do tipo sensibilidade, mas ele pode causar outros tipos de dores também. 

Contudo, esse desgaste não acontece do nada. Algumas razões para isso são: 

Alimentação inadequada 

Uma série de alimentos possuem propriedades abrasivas que desgastam o esmalte dos dentes. Um belo exemplo são os refrigerantes, amplamente consumidos pelas pessoas. 

Além de já auxiliarem o desgaste por si só, essas bebidas também contém muitos açúcares, o que ajuda na proliferação das bactérias que causam a cárie. 

Escovação inadequada 

Apesar da escovação ser uma das melhores maneiras de prevenir problemas bucais, o hábito pode se tornar inadequado quando feito com excesso ou com os cremes dentais errados. 

Escovar os dentes muitas vezes ao dia ou com muita força pode prejudicar as gengivas e o esmalte. Além disso, o uso de cremes dentais abrasivos, como cremes clareadores, só pioram o problema. 

 

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